Refúgio em meio as matas;
Escambos e violações.
Atravessando continentes;
Desbravando matas,
Ranger de dentes e grilhões.
São contadas histórias de um século que passou;
Que apesar de ainda serem contestados,
Construíram a história dessa Nação.
Transgredindo as regras e as fronteiras;
Assumimos a rédia sem erguer bandeiras,
Fomos a luta e hoje estamos aqui.
Não há limites e tão pouco barreiras,
Os limitadores são as próprias fronteiras,
De mentes pequenas que temem esse PODER.
O poder dos que lutam,
O poder e dos que não se limitam,
Dos que têm coragem e não estagnam,
Mas que não são resumidos a "pó".
O Negro hoje não só fez história
O Negro ocupa seu lugar de glória
Que é baseado no antes e depois.
Minha Pele é cor, sangue e raça,
É de mil misturas e uma única Raça,
Que deve ser orgulho e exemplo de uma Raíz.
O negro chegou aqui sem "eira e nem beira"
Sem ter direitos e nem herdeiras,
Construiu riquezas e foro sem clamor;
A nossa história sem o Negro é nada
Construímos muito do que se pensava
Se não obra exclusiva do "desbravador".
Hoje essa história é recontada,
Por canções e culturas antes impensadas,
Amalgamada pelos anos de privação.
Hoje essa história pouco contada,
Que poucas vezes é relembrada,
Em movimentos de segregação.
Muito se fala de igualdade,
Mas a discriminação já uma parte,
Da própria forma de aceitação.
Nesse País de muitas Raças,
Branco, Negro e Índio
Não serem pouco" exaltadas"
Se a cor da pele é só um fator
Que não mede classe e nem competência
Mas que ainda demonstra a pouca crença
Que toda Raça tem o Seu valor.
Salve! Zumbi,
FELIZ DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA
by Greice Barros
2 comentários:
Linda reflexão! Relembrar vitórias é libertador. Lembrei do refrão de uma música que o Pregador Luo fez com o Charlie Brown Jr: "O impossível é uma palavra muito grande que gente pequena usa pra tentar nos oprimir". Greice Barros, que possa, dia a dia construir suas riquezas baseadas no Reino de Deus e não ter medo de continuar ousando e fazendo aquilo em que acredita. Jéssica
Adorei a citação, Jéssica.
Limita-se aquele que não se permite abrir-se ao que um dia foi impensado.
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