Minhas fontes de inspirações

Ao longo da minha vida, Deus vem me dando a oportunidade de aprender com as pessoas que me cercam. Pude perceber nos meus relacionamentos afetivos, sejam eles fraternais ou não, que as pessoas percebem as relações humanas de maneiras bem diferentes. A partir daí, começei a refleltir sobre essas relações e experiências que cruzaram o meu caminho e transformei essas vivências em reflexões.



Hoje, já cômputo dezenas de pensamentos em meus arquivos e agora resolvi compartilhar essas reflexões com todos os meus amigos, pois poucos conhecem e sabem desse meu hobbie que muitas vezes pode servir de consolo ou introspecção pra alguma pessoas.



Espero que apreciem e meditem a cada reflexão, pois cada uma representa uma história, cada uma simboliza um momento e todos permitem que geremos crescimento emocional e espiritual tb, pq não?!.









sábado, 18 de setembro de 2010

Como?

Já te amei;
Te perdi ...
Me magoei.
Então voltei,
Me resenti,
E te questionei.
Me revi,
Não mais resisti;
Te procurei.
Te reencontrei,
Ainda revivi,
Mas chorei.
Ao olhar pra trás,
Vi você partir
Recordei;
Mas foi derepente 
Tu também olhaste pra mim
Me encontrei.
Depois de tanto tempo
Ter você aqui,
Alcancei,
Nada revivemos,
Tudo teve um fim .......
.................................
.................................
Me casei. rs!

Rio de Janeiro, 16 de setembro de 2010. 15:25h. By Greice Barros


quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Pensamentos, Versos e Prosas: O AMOR É UM JOGO?

Pensamentos, Versos e Prosas: O AMOR É UM JOGO?

O AMOR É UM JOGO?

Um dia desses, questionava me sobre as diferentes formas que as pessoas têm de amar;
Passei a observar como as pessoas interagem em seus relacionamentos e revi os meus;
Notei que cada um tem sua visão e forma de viver uma relação.
Imergi em diversos tipos de relacionamentos e pude perceber que existem dois “personagens”:
Aquele que ama e o que é amado.
Nessa relação de dependência, pude perceber que muitas vezes trava-se uma disputa;
Muitas delas chegam a parecer um jogo de quem tem o domínio sob o “outro”.
O estranho é que algumas vezes nos portamos como essa relação fosse uma competição; Que imaturidade!
Teatrilizamos, interpretamos personagens que quase sempre não nos identificam;
Mostramo-nos excêntricos ou tímidos para agradar ou sermos “diferentes”(aceitos).
Em alguns momentos tomamos a “rédea” da relação e no momento seguinte deixamos o outro conduzir;
Será que acreditamos que esse jogo de “poder” tem haver com conquista ou AMOR?
PRA MIM  ISSO SE CHAMA DEFESA ; MEDO.
Penso que nossas fragilidades e inseguranças fazem com que assumamos um “personagem” perante o outro de quem precisamos sentir amados, admirados ou respeitados;
E isso pode ser um erro gravíssimo;
Tendo em vista que, quando a relação entre dominador e dominado se torna latente,
Um dos personagens pode se cansar da posição que foi designada e querer revertê-la ou até mesmo se perceber nela e não querer mais fazer parte desse “jogo”.
Portanto, tomemos cuidado quando percebermos que estamos entrando ou tornando uma relação de dependência afetiva;
Pois o amor não é teatro e nem um jogo e ambos devemos ser respeitados na totalidade de nossos sentimentos.
No entanto, devemos compreender que o sentimento das pessoas não é iguail;
O indivíduo é único e expressa seus sentimentos da maneira que sabe e conhece.
Por isso numa relação não existe aquele que ama mais que o outro;
Existe sim, o quê é mais afetuoso e transparente.
Por tudo isso, não faça de sua relação amorosa um jogo;
Aprenda a dividir, respeitar e a amar o outro independente de disputa de Ego.
Viver o Amor é tão simples...
Não há barreiras... Nós é que criamos muralhas que não nos permitem vive-lo na totalidade.
Não use máscaras, seja você integralmente;
Tão pouco crie subterfúgios pra parecer mais interessante;
Pois quem Ama, Ama o outro na sua complexidade, não importando nada...
Só o AMOR VERDADEIRO.

Rio de Janeiro, 01 de setembro de 2010. 15:50h. By Greice Tavares Barros