Um dia desses, questionava me sobre as diferentes formas que as pessoas têm de amar;
Passei a observar como as pessoas interagem em seus relacionamentos e revi os meus;
Notei que cada um tem sua visão e forma de viver uma relação.
Imergi em diversos tipos de relacionamentos e pude perceber que existem dois “personagens”:
Aquele que ama e o que é amado.
Nessa relação de dependência, pude perceber que muitas vezes trava-se uma disputa;
Muitas delas chegam a parecer um jogo de quem tem o domínio sob o “outro”.
O estranho é que algumas vezes nos portamos como essa relação fosse uma competição; Que imaturidade!
Teatrilizamos, interpretamos personagens que quase sempre não nos identificam;
Mostramo-nos excêntricos ou tímidos para agradar ou sermos “diferentes”(aceitos).
Em alguns momentos tomamos a “rédea” da relação e no momento seguinte deixamos o outro conduzir;
Será que acreditamos que esse jogo de “poder” tem haver com conquista ou AMOR?
PRA MIM ISSO SE CHAMA DEFESA ; MEDO.
Penso que nossas fragilidades e inseguranças fazem com que assumamos um “personagem” perante o outro de quem precisamos sentir amados, admirados ou respeitados;
E isso pode ser um erro gravíssimo;
Tendo em vista que, quando a relação entre dominador e dominado se torna latente,
Um dos personagens pode se cansar da posição que foi designada e querer revertê-la ou até mesmo se perceber nela e não querer mais fazer parte desse “jogo”.
Portanto, tomemos cuidado quando percebermos que estamos entrando ou tornando uma relação de dependência afetiva;
Pois o amor não é teatro e nem um jogo e ambos devemos ser respeitados na totalidade de nossos sentimentos.
No entanto, devemos compreender que o sentimento das pessoas não é iguail;
O indivíduo é único e expressa seus sentimentos da maneira que sabe e conhece.
Por isso numa relação não existe aquele que ama mais que o outro;
Existe sim, o quê é mais afetuoso e transparente.
Por tudo isso, não faça de sua relação amorosa um jogo;
Aprenda a dividir, respeitar e a amar o outro independente de disputa de Ego.
Viver o Amor é tão simples...
Não há barreiras... Nós é que criamos muralhas que não nos permitem vive-lo na totalidade.
Não use máscaras, seja você integralmente;
Tão pouco crie subterfúgios pra parecer mais interessante;
Pois quem Ama, Ama o outro na sua complexidade, não importando nada...
Só o AMOR VERDADEIRO.
Rio de Janeiro, 01 de setembro de 2010. 15:50h. By Greice Tavares Barros
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