A vida sem você parece uma mansão vazia.
Retrospecto, vazio;
O mundo se tornou um pequeno ninho no meu coração.
Incertezas, tristeza;
A minha cabeça não pára.
Todo dia, todo instante;
Pareço sozinha numa festa que virou a minha vida.
O chorar e o sorrir
Transformam-se em sentimentos comuns.
O viver e o morrer
São utopias que deixamos pra depois.
O sol, não sei mais
Parece uma pedra de gelo;
E as noites de lua cheia
Martirizam a tristeza no peito.
Passam segundos e minutos
E a solidão me assola.
Quem sou eu?
Onde estou?
O vento da manhã bate as portas.
Na minha casa
As janelas abertas parecem quadrados de uma cela
E a vida no meu corpo
Parece não ter manifesto
Fazendo me sentir só.
Rio de Janeiro, 17 de maio de 2002. 08:47 a.m. by Greice Tavares Barros
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